sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Jonas foi engolido por um grande peixe ou por uma baleia?


Está ai um tema muito polêmico nas escrituras. Fato usado por muitos céticos para tentar desmascarar a bíblia, alegando que tal fato não seria possível. Pois bem, vamos para as escrituras:

No livro do profeta Jonas, no capítulo 1:17 encontramos o texto bíblico dizendo que o profeta fora engolido por um "grande peixe". Já no livro de Mateus no capítulo 12:40 encontramos escrito que Jonas fora engolido por uma "baleia". ARC

Vamos a explicação:

A expressão hebraica traduzidas por algumas versões como "baleia", significa no original: "Grande monstro marinho". A palavra grega não significa "baleia", mas "criatura marítima", isto é, algum grande peixe. Esse grande peixe é cuidadosamente distinguido da "serpente" sinistra do mar (Am 9:3) - também chamada "Leviatã" (Is 27:1) - E do "monstro das profundezas". (Jó 7:12; Sl 74:13; Ez 32:2)

Isso não significa que o grande peixe que engoliu Jonas não foi uma baleia.

Algumas baleias chegam a ter cerca de 30 m de comprimento e 12 m de largura, pesando 136 toneladas. Uma baleia que foi pescada no mediterrâneo e exibida em Beirute tinha uma cabeça que pesava 6 ton. Um homem pisando em seu maxilar inferior não conseguia alcançar seu maxilar superior, cuja abertura media cerca de 2,4 metros.

Em 4 de abril de 1896, a revista "Digest" publicou a história de uma baleia que destruiu um baleeiro no mar mediterrâneo. Dois homens desapareceram. Um foi encontrado vivo no estômago da baleia um dia e meio depois de ela ter sido morta. James Bartley sobreviveu sem nenhum efeito colateral, exceto pelo fato de sua pele ter sido curtida pelos sucos gástricos.

Um peixe foi pescado na costa da Flórida e pesava mais de 10 ton. Ele tinha 13 metros de comprimento e 2,4 metros de largura. Ele tinha 675 kg de peixe em seu estômago, além de um grande polvo. Um homem conseguia facilmente ficar em pé dentro de seu estômago. Ele poderia ter engolido 10 Jonas.

Apesar do Criador não dever satisfações de suas obras, ele sempre prova a veracidade da Sua palavra através de acontecimentos nas mais diversas partes do mundo.

Creia no SENHOR, acredite na Sua palavra, pois atrás de todos os acontecimentos do universo e da história existe um Deus soberano que está no controle de todas as coisas.


Fonte:


Bíblia NVI de estudo
Bíblia de estudo DAKE
Bíblia King James, edição de estudo

3 comentários:

  1. A BÍBLIA FALA DE UM GRANDE PEIXE E DE UMA BALEIA. MAS EU QUERO LEMBRAR VOCÊS QUE A DIFERENCIAÇÃO ESTRITA DE BALEIA PARA PEIXE GRANDE SÓ SURGIU NOS ÚLTIMOS MIL ANOS, COM A CIÊNCIA MODERNA. Não existia essa diferenciação nem nos dias de Jonas nem nos de Jesus. Nem no Israel Antigo. Assim como também não existia a mesma classificação taxonômica das espécies nos dias de Noé.

    Você acha que naquele contexto a classificação moderna tem alguma validade? Você sabe me dizer desde quando baleia foi classificada como mamífero?

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    1. Sim, mas o objetivo do texto, como apresentei no principio, não é o de abordar a validade do contexto dos dias de Jonas para os dias atuais, nem a de abordar questões taxonômicas ou de classificação de especies.

      Atualmente, na verdade ha muitos anos, vários céticos tem escrito livros e artigos analisando as possíveis "contradições da bíblia", e a passagem de Jonas é uma das mais citadas, abordam por exemplo, a possível impossibilidade de um evento como esse ter acontecido, o que a historia em si já mostrou que é possível, com os exemplos reais que citei no texto, como a possível contradição existente nos textos em português que ora dizem baleia e outrora dizem grande peixe.

      O que já foi mostrado que nos textos originais em grego e hebraico, em momento algum é citado a palavra baleia (independente da origem taxonômica de tal palavra), pelo contrario, os textos originais dizem "grande monstro marinho", o que pode ser muito bem uma baleia ou algum outro grande peixe qualquer.

      Por isso, o objetivo deste texto não é o de mostrar a validade textual existentes de uma época para outra, nem o de mostrar a origem da classificação das especies, mas a de descontradizer esta possível contradição textual das Escrituras.

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